quinta-feira, 14 de julho de 2011

Aconteceu no MF - EA em Julho e Agosto

  • Mais brilho para o ano novo
Os trabalhos de limpeza e higienização das peças que compõem o acervo do MF-EA foram retomadas em janeiro para garantir vida longa e mais brilho ao nosso “tesouro”.
Nas edições anteriores do nosso informativo vocês puderam acompanhar a limpeza e a higienização das peças do acervo do MF/EA, elas permitem que os objetos ganhem uma “nova vida”. Assim, os artefatos que compõem a coleção do MF/EA continuam, com muito mais brilho e cor, a contar uma história, que até os dias atuais, permanece viva na memória de muitos ex-ferroviários e das pessoas que acompanharam o desenvolvimento da ferrovia em nossa região. Por isso, a preocupação e a atenção é sempre constante, ainda mais quando o assunto é preservar. O resultado alcançado com as ações de limpeza e higienização são cada dia mais surpreendente! Observa-se que à medida que o trabalho é desenvolvido, as peças que recebem o “mimo” dos funcionários, Marco Aurélio e Alexandre Mello, ganham destaque em meio a toda exposição.
Desta vez, as peças que receberam um novo brilho e a recuperação da cor foram o ventilador e o apito, que estão expostas respectivamente nas salas do “Escritório da Estação”, que representa um antigo escritório, em que o Chefe da Estação deliberava as suas ordens, do fim do século XIX e da “História da Ferrovia”, que em seus painéis conta como se deu o surgimento e o desenvolvimento da ferrovia, desde os seus primórdios até os dias atuais.

  • Conexão educativa
No mês de janeiro o MF-EA recebeu a visita das crianças que compõem o projeto “Brincando nas Férias”, desenvolvido pela Secretaria de Esporte e Lazer - SEL - da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora – PJF, e os jovens que integram o programa “Aprendiz Legal”, organizado pelo Governo Estadual de Minas Gerais em parceria com a Rede Cidadã, Unimed de Juiz de Fora e Prefeitura de Juiz de Fora, por meio da Secretaria de Assistência Social – SAS.

Cerca de 150 alunos do projeto “Brincando nas Férias”, colônia de férias itinerante da SEL realizou no último dia 03, terça-feira, uma visita pelo MF/EA, que foi composta pela exibição de um filme, com aproximadamente 20 minutos, que retrata a viagem de trem que sai de Belo Horizonte – MG em direção à Vitória – ES, e em seguida os alunos realizaram uma visita guiada pelo espaço museológico, acompanhados pelos monitores do MF/EA. O projeto proposto pela Secretaria de Esporte e Lazer da PJF existe há três anos e tem o objetivo de proporcionar novas vivências culturais, esportivas e de lazer a crianças de baixa renda, como passeios a clubes, museus, pontos turísticos e sessões de cinema durante as férias escolares.
No dia 10, terça-feira, os alunos beneficiados pelo programa do Governo Estadual, o “Aprendiz Legal”, puderam discutir e trocar conhecimentos sobre assuntos ligados à ferrovia e à logística durante uma visita técnica no MF/EA. Cerca de aproximadamente 16 alunos do programa, que prestam serviço para a empresa Esdeva Indústria Gráfica, e que no momento participam do curso de logística, orientados pela professora Adelisa. Os alunos puderam assistir de “primeira mão”, uma breve apresentação do novo projeto do MF/EA, Ferrovia e Revolução Industrial, direcionado aos jovens que se preparam para o vestibular. Além disso, os alunos puderam discutir as diferenças entre os modais do transporte e como, o transporte ferroviário é utilizado na logística de uma empresa. O programa do Governo Estadual tem o objetivo de promover a geração de trabalho e renda e melhorar as condições de vida e a empregabilidade de adolescentes e jovens em situação de risco e vulnerabilidade social, cadastrados no Bolsa Família e no CadÚnico.
Lembramos que as visitas ao MF-EA podem ser agendadas pelo telefone 3690-7055 ou pelo nosso email e.artejf@gmail.com.

  • Para começar 2012 nos trilhos
A equipe do MF-EA se reuniu no dia 22 de dezembro para avaliar e comemorar o sucesso de suas atividades em 2011, além de concentrar boas energias para o ano novo. Aproveitamos este espaço para desejar a todos um FELIZ 2012!
Os funcionários do MF/EA se reuniram no dia 22 de dezembro de 2011, para comemorar o fechamento de mais um ano de realizações e muito trabalho. Na ocasião a responsável pelo espaço, Raphaela Corrêa, aproveitou para fazer um breve levantamento e avaliação do ano de 2011 e apresentou alguns desafios que o ano de 2012 “guarda” para a equipe.
Durante a confraternização a equipe se divertiu com a revelação do “amigo oculto”, de forma divertida, a brincadeira de roubar presentes aguçou a ambição dos membros durante a abertura dos pacotes que embrulhavam os tão cobiçados presentes. É importante ressaltar que a finalização de mais um ano também reforça as parcerias que o MF/EA construiu durante todo o ano de 2011, com isso, agradecemos aos nossos colaboradores, fornecedores e visitantes, com os quais contamos para o ano de 2012.
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  • Trem da Alegria

A Colônia de Férias em julho foi um sucesso. A criançada se divertiu e se despediu pedindo bis! Confira aqui como foi essa maratona cultural com os pequenos.

Com o objetivo de estimular o contato das crianças com a arte, a leitura, o cinema, o lúdico e a natureza, o Museu Ferroviário – Estação Arte, através da Funalfa, promoveu a primeira Colônia de Férias - Trem da Alegria.
Entre os dias 18 e 29 de julho, 80 crianças com faixa etária de 5 a 10 anos participaram de várias atividades. No primeiro dia, elas tiveram a oportunidade de fazer uma “visita teatral” com o “Sr. Amu”, chefe da Estação Leopoldina, que apresentou aos pequenos o seu “tesouro”, o acervo do Museu Ferroviário. Alegando não encontrar algumas peças pelas quais tinha especial apreço, o Sr. Amu propôs aos participantes uma “caça ao tesouro” pelas salas do museu, jogo que gerou até torcida animada! Ainda no primeiro dia, a criançada se divertiu com as mágicas e atrapalhadas do Palhaço Rosquinha. 
Ao longo da semana os pequenos participaram de atividades como percussão corporal e batucada, com os instrutores Maíra Delgado e Marcos Languanje; malabares, corda bamba e pintura de rostos com os instrutores Chadas Ustuntas, Márcio Guelber e Bárbara Dias; oficina de massinha-biscuit com a instrutora Ana Cecília Tavares e contação de histórias com a instrutora Cíntia Brugiolo que envolveu a todos com o personagem Tatecalanquecatacanquixilacalanque.
O sucesso da Colônia de Férias foi confirmado com a avaliação realizada no último dia tanto com os pais/responsáveis quanto com as próprias crianças, que elogiaram a programação, pediram “bis” para os próximos anos e sugeriram somente aumentar o tempo de duração (cada turma de 20 crianças participou das atividades durante uma semana, sendo 3h/dia) o que demonstra que elas não só gostaram como queriam mais!
De acordo com as várias opiniões dos pais/responsáveis, percebemos a grande satisfação pela realização de atividades diversificadas, lúdicas e educativas. Disseram que as crianças relataram fatos gratificantes para a sua formação cultural e artística, sem contar a ansiedade para virem para a colônia.
Sem dúvida, elas viveram ótimos momentos nestes dias, além de terem interagido com crianças de diferentes idades, vivenciaram novas experiências e conheceram um importante espaço cultural da nossa cidade.   

  • “Como fazer um arco-íris” 

 A jornalista e socióloga Bella Mendes lançou no dia 12 de julho no MF – EA, o livro de poesias “Como fazer um arco-íris”. O trabalho é um resultado da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura, da PJF/Funalfa. A obra transporta para os versos a experiência do amor e da memória. Além dos poemas, a publicação apresenta ilustrações em técnicas e materiais diversos, do grafite à colagem, assinadas por Juliana Freitas. Assim, o livro traz uma convergência entre literatura e artes plásticas.
De acordo com Isabella, que é natural de Congonhas, as poesias selecionadas para a publicação foram escritas em Juiz de Fora, a partir de um processo de aproximação / estranhamento com a cidade. Esta seqüência de mudança implicada nos poemas é mediada pelo amor, sentimento que perpassa dos versos mais formais aos mais livres, e que une passado e presente da autora, em seu livro de estréia.

“Como fazer um arco-íris” será comercializado ao preço de R$ 20 e os interessados podem solicitar os exemplares pelo e-mail isamenfrei@yahoo.com.br.


  • Homenagem a Rondon na plataforma da Estação  
Saiba como foi a Exposição Itinerante “Rondon – a construção do Brasil e a causa indígena” que esteve no MF-EA de 08 a 12 de agosto.
O MF – EA recebeu a exposição itinerante “Rondon – a construção do Brasil e a causa indígena”. Entre os dias 8 e 12 de agosto estavam dispostos na plataforma da antiga estação Leopoldina, 16 painéis que contaram toda a trajetória do Marechal Rondon e também sobre o Projeto Memória 2009.
Tal projeto é resultado da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Sociedade de Amigos do Museu do Índio (SAMI). Em sua 12ª edição, dá continuidade ao trabalho de mostrar à sociedade personagens da história do País, levando cultura e conhecimento às escolas públicas, aos professores, aos alunos e ao público em geral. A exposição Rondon faz parte deste projeto que percorre cerca de 800 municípios.

Com a exposição foi possível acompanhar os passos desse militar que, pregando a paz e a defesa das populações indígenas, percorreu cerca de 50 mil quilômetros pelo País, instalando fios telegráficos, demarcando fronteiras e também incluiu nos mapas rios ainda não identificados.
Os visitantes puderam ainda assistir a um videodocumentário sobre este grande desfensor dos indígenas brasileiros.

Conheça mais sobre a história de Marechal Rondon
Um grande defensor dos indígenas brasileiros, desbravador de terras distantes e desconhecidas, de selvas e sertões. Um descobridor do Brasil. Esse foi Cândido Mariano da Silva Rondon, o Marechal Rondon (1865-1958).
Descendente de índios, nasceu em maio de 1865 em Mato Grosso. Estudou Engenharia, Matemática e Ciências Físicas e Naturais.
Pacifista, adotou em relação aos indígenas o lema “Morrer se preciso for, matar nunca!”. Gerou uma nova relação entre o estado e as populações indígenas e foi responsável pela instituição do Dia do Índio. Tinha como princípio o positivismo e buscava a integração nacional.
Sua vida longa e atuação intensa envolvem questões sobre meio ambiente, meios de comunicação, inovações técnicas, diversidade cultural e, sobretudo, a formação do Brasil.

  • Projetos para o Turismo de JF
No dia 3 de agosto, os membros do COMTUR realizaram no MF – EA uma reunião para validar o resultado do Concurso “Juiz de Fora, Turismo, Idéias e criações”, promovido pela PJF, através das secretarias de Planejamento e Desenvolvimento Econômico e de Comunicação Social, em parceria com o Conselho Municipal de Turismo local (Comtur).
A agência vencedora foi a República Comunicação, que receberá um prêmio de 8 mil reais. O resultado foi definido pela comissão de Marketing, Promoção e Informação do Conselho.
O objetivo do concurso é a produção de peças publicitárias que busquem envolver e sensibilizar a população a valorizar, descobrir ou redescobrir Juiz de Fora, a fim de aumentar a auto-estima da sociedade e a receptividade desta para com os turistas. Além disso, busca demonstrar a população de Juiz de Fora as vantagens socioeconômicas que o turismo de negócios e eventos oferece para a cidade.
Fonte : http://www.pjf.mg.gov.br/noticias/imprimir_noticia.php?idnoticia=30295

  • Oficinas do 3º FND movimentam profissionais da dança
Promovido pela PJF, através da Funalfa, o 3º Festival Nacional de Dança movimentou a cidade no período de 29 de junho a 3 de julho. O espetáculo da Cia de Dança Jaime Arôxa (RJ), “Com o brilho do teu olhar”, realizado no Cine Theatro Central, abriu a programação que contemplou os mais diversos estilos, da dança de rua ao ballet clássico.
O Festival teve como objetivo possibilitar o contato do público e dos artistas locais com manifestações de dança de outras cidades e regiões brasileiras, proporcionar intercâmbio e diálogo entre os grupos participantes, formar público e valorizar a dança.
Durante os 5 dias de evento, o público conferiu uma programação intensa, que incluiu Mostra de espetáculos, Noite de coreografias, Mostra Palco Aberto,  Noite de Gala, e ainda intervenções urbanas. O Festival contou também com a realização 5 oficinas gratuitas, sendo que duas foram no MF – EA. A professora Alicia Nascimento ministrou a Oficina Dança Moderna e Americana e por conta do professor Márcio Pizzaro ficou a oficina Intervenção – instalação: rotas de subjetividade em cena. Vale lembrar que nenhuma modalidade teve caráter competitivo.

Aconteceu no MF - EA em Maio e Junho

  • O 3º Corredor Cultural foi pro brejo!
 O Museu Ferroviário-Estação Arte, pela primeira vez, participou do Corredor Cultural, evento realizado pela Funalfa.  Foram dois dias de atividades. No sábado, 28 de maio, se apresentaram os grupos Liras Gerais, Etc & Tal e O Duo Jazz SoaresCastro. No domingo, 29, os grupos Matilda, Quinteto São do Mato e cem crianças do Programa Gente em Primeiro Lugar que fizeram uma apresentação de capoeira.

O museu foi aberto à visitação e disponibilizou guias para os visitantes. Um público estimado em 450 pessoas prestigiou o Cantinho Brejeiro, como foi chamada essa atração. Para a diretora do MF-EA, Raphaela Corrêa, a experiência foi muito importante para afirmar e ampliar a potencialidade do lugar como espaço de produção e difusão artística e cultural, além de explorar toda sua estrutura espacial, técnica e museal.

 
Apresentação do Grupo Liras Gerais no Corredor Cultural – Cantinho Brejeiro. Arquivo Museu Ferroviário

  • Desafiando a memória - 9ª Semana dos Museus / Caminhos da Cultura
  Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus - 18 de maio - a 9ª Semana dos Museus, realizada pelo IBRAM entre os dias 16 e 22 de maio, mobilizou instituições e profissionais da área em todo o Brasil para reflexões e práticas em torno do tema “Museu e Memória”.

O MF-EA participou da iniciativa através do Circuito Caminhos da Cultura, organizado pela Dipac / Funalfa. Mais de quinze grupos escolares locais e também de Valença-RJ visitaram o acervo do museu e as dependências da antiga Estação Leopoldina, onde guias e vídeos temáticos trataram da importância da ferrovia para a memória de Juiz de Fora.

O guia Arthur Silva, mostrando o acervo Museu Ferroviário aos participantes do Circuito Caminhos da Cultura. Foto: Raphaela Corrêa

  • Vida longa às locomotivas a vapor

É surpreendente o resultado da higienização realizada nas duas locomotivas a vapor que são expostas na plataforma do MF-EA. A iniciativa dos funcionários Marco Aurélio e Alexandre Melo possibilitou a recuperação da cor e do brilho original destas máquinas que passaram a chamar ainda mais a atenção dos visitantes pela sua beleza excelente estado de conservação.

Tais locomotivas foram fabricadas em 1913. A n.º 1 na Alemanha e a n.º 7, batizada de Duquesa, na França. Ambas circularam pela Estrada de Ferro Central do Brasil. Desde 1985, quando elas foram trazidas para o Núcleo Histórico Ferroviário de Juiz de Fora, não haviam passado por tratamento semelhante, somente limpeza básica de manutenção, a qual é realizada mensalmente.

Vale lembrar que na época que essas locomotivas circulavam havia uma disputa entre maquinistas pela máquina mais bonita e bem limpa e para mantê-las sempre em bom estado os maquinistas contavam com a ajuda de suas famílias. Um serviço que era feito aos finais de semana.
 
Locomotiva n.º 1 após processo de higienização.
Foto: Arquivo Museu Ferroviário


  • Visita técnica promove encontro e debate sobre Turismo Ferroviário
No dia 28 de junho, alunos do Curso de Turismo da UFJF fizeram uma visita técnica ao MF-EA. Acompanhados pela professora Eloise Botelho e pelo vice-coordenador e professor do curso Edwaldo Sérgio, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o acervo e, ainda, assistiram a breves palestras.

A primeira, ministrada pela estagiária do Museu, Romilda Lopes, tratou sobre turismo ferroviário. Em seguida, Raphaela Corrêa, diretora do espaço, falou sobre o projeto de reabilitação da Praça da Estação. Paulo Henrique, presidente da OSCIP – Amigos do Trem há 14 anos, também participou do evento. Ele apresentou o projeto “Expresso Pai da Aviação” que objetiva a ativação de um trem turístico no trajeto que percorre as cidades de Santos Dumont, Antônio Carlos, Barbacena, Matias Barbosa, Ewbank da Câmara e Juiz de Fora. Por último, Edwaldo Sérgio falou sobre o projeto de extensão do Departamento do Curso de Turismo da UFJF, “Diagnóstico e aproveitamento do potencial turístico relativo ao patrimônio ferroviário de Além Paraíba-MG”, que tem por objetivo fazer um inventário do patrimônio ferroviário desta cidade, além de resgatar a memória oral.

A troca de experiências entre os profissionais que participaram da visita foi muito importante, não só para os alunos presentes, mas também para a criação de uma rede colaborativa e para o fortalecimento dos projetos em desenvolvimento pelas diversas instituições e organizações envolvidas.

Visita Técnica do Curso de Turismo da UFJF. Arquivo Museu Ferroviário

Um comentário:

  1. Estas duas locomotivas foram inteiramente recuperadas nas Oficinas de Bicas entre 1983 e 1985. Uma pertencia a Bicas, a de nº 7 e daqui foi levada para sempre. Seria um presente que pelo menos uma delas para cá voltasse. Afinal, eram sucatas quando aqui chegaram e daqui saíram como novas, graças ao trabalho artesanal dos ferroviários de Bicas. Fui testemunha disso, pois foi o ano que fui transferido para Bicas e pude ver o carinho com que cada peça foi trabalhada na sua recuperação. A nº 1 era para o museu inaugurado em 1985 na época do Engº martiniano Lauro do Amaral e sem explicação, tempos depois levaram a nossa nº 7 que ficava na nossa "estaçãozinha". Vale lembrar que a maioria das peças que também fazem parte do museu, foram aqui recuperadas e restauradas. E só um detalhe: estas locomotivas eram locos de pedreira. Não eram locomotivas de tráfego. Eram usadas internamente nas pedreiras para transportar pedras até o embarque em vagões para o lastro das vias.

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